sábado, 25 de julho de 2009









































































































































































































































































































































































104 comentários:

história e arte disse...

viva!!!

folgo em ver as tuas composições :)

ouvi uma vez uma conferencia de uma arqueologa que estudava as sucessivas capas de cal sobrepostas nas paredes das casas alentejanas.... as coisas que ela decifrava!!!.... impressionante, o que nos contam as paredes, não é??

beij

e bom fim d semana

Mónica disse...

olha fio limpo farinha amparo de volta :D

belinha disse...

Gosto de ver paisagens novas por aqui!

[A] disse...

l´air du temps?

Frioleiras disse...

votaste Rio?

Carmem Salazar disse...

adoro tua imagens!

Carmem Salazar disse...

corrigindo: tuas imagens : )

anatema disse...

me pregunto si el sentimiento se vuelve así, como en las imágenes: oscuro y apesadumbrado, resquebrajado, taciturno. Como en un callejón sin salida.

es así? o acaso pose?

no sé.

beso.

Arabica disse...

Da solidão do abandono, do cheiro das tábuas, do silêncio em chão adormecido...dos passos que ecoam na memória dos sitios...

dos vidros estilhaçados
no...
...do
tempo...

do abandono à solidão.


Um abraço meu.

leb disse...

sobre umas ruas tão cinzentas uns sapatos tão imaculadadamente brancos serão de uma Princesa ou de uma mera Gata Borralheira?

>*<

observatory disse...

nao sei leb

nao perguntei :(

>*<

Anónimo disse...

>*<

Marina disse...

Belissimas imagens
Beijos

Carmem Salazar disse...

olho mágico

Spectrum disse...

fantástica esta composição de imagens. adoro o preto e branco.
beijos

belinha disse...

Dá-me lume.

strica disse...

A menina é das letras?
Tem a certeza?

Adolescente acompanhei o alberto pimenta na TV.

Por via de uma pochette cheia de merda que comprei, perdi-lhe todo respeito.

Já viu que anda fazendo?...

Volta alberto aragão: Estás perdoado.

observatory disse...

quem quer falar... mostra a cara

olhos nos olhos

aragão...claro... falemos do aragão

porque de aragão tambem sei muito

falemos entao :)))

Anónimo disse...

boa.

eu do aragão não sei nada, exceto ter gostado do livro.

e para ter gostado, comprei.

já da pochette não posso dizer quase nada, a não ser que vale três francesinhas bem regadas, e por isso cago nela.

Anónimo disse...

mas concedo

falei de alto
no natal vou comprar a primeira pochette, e ler

mas a aura não é a mesma dos 3 farros

há auras atrativas e auras repulsivas

depois marcamos um duelo no Encontro
sala de trás, as armas serão Macieira e Abadia,a escolha

observatory disse...

nos 3 farros esta tudo a mostra

na referida...

ta tudo em codigo :))))

Anónimo disse...

entretanto fiz umas pesquisas e entendi que se levar as 4 pochettes levo ainda uma magnífica "caxa" ungida pelos autores.

bravo

Fiz as contas, é o mesmo que ir a amesterdão e voltar. Ora esta opção perece-me muito mais divertida.

&etc, volta estás perdoada

Anónimo disse...

sendo assim resta-me esperar que estas gemas tenham ISBN e sejam distribuídas em alguma biblioteca, fora de Lisboa.
mal posso esperar.

observatory disse...

continuas no anonimato:)))))

rosa disse...

mais parece um filme do Hitchcock.

lindissimas, as fotos, misteriosas.

Carmem Salazar disse...

elegance

Bandida disse...

já não consegues esconder a arte. está toda aqui.


muitos beijos

Laura disse...

Gostei.

Cool or what? disse...

Esta foto reconciliou-me com Alberto Pimenta

enquanto nós ouvíamos Zeca e Adriano, baixinho, nas caves
o homem apanhava o avião em Frankfurt
e tomava grandes banhos de Route 66.

http://i68.photobucket.com/albums/i36/aslaranjas/HenryDiltzTheDoors19694.jpg

Benvindo há Literatura Fofinha disse...

Aquela em que:

1- o autor conhece pessoalmente todos os leitores

2- o autor faz finca-pé em conhecer pessoalmente todos os leitores

3- o autor sua fininho quando compreende que não controla o destino da sua escrita

observatory disse...

em definitivo...

tu tens a coragem do "grande povo portugues" :)))

aquele tique bufo dos que ouviam "A REVOLUÇAO" no HIFI do papa fascista:))))))

esta é a ultima vez que te publico :)))

:)))))

QUANDO TIVERES CORAGEM... EU DOU-TE UM JEITO :)))

AnaMar (pseudónimo) disse...

Finalmente que consigo comentar aqui estou sem palavras perante as imagens.
(E eu que nunca me calo:-))

Arabica disse...

Era uma vez um corpo.
Era uma vez um corpo abandonado.
Era uma vez um predio sem corpo.
Era uma vez uma terra de ninguém.

Beijo, bom dia!

AnaMar (pseudónimo) disse...

Fragmentos de um olhar que vê.
Recantos (s)em segredo.
Apaixonantes as perspectivas.
Arte.
F
i
c
o
aqui.

Carmem Salazar disse...

entrevejo-te aqui

rosa disse...

http://lonelyhunters.blogspot.com/2009/10/book-of-revelations.html#comments

ivone disse...

pim pam pum
cada bala mata um
lá em cima no huambo
está um frasco com veneno
quem bebeu
morreu!

L disse...

desde há muito que de vez em quando cantarolo isso

deve haver uma explicação, para além de gostar do kussundulola

R. disse...

Olha o César :))

Scheyn Anonym disse...

Chill out man...

anyway, it's only pixels in a monitor

leb disse...

Os "fumados" podem fazer mal mas são bem gostosos ...

... não ardas, p.f.

>*<

rosa disse...

já aí há tempos questionei-me sobre qualquer coisa de me fumar.

por outro lado, fumar palavras não me parece mal de todo.

;)

~pi disse...

bela coisa,

essa de fumo

em colo-

-vidro [ podia-ser

escada

ferro ou

melhor,

z inco,





~

belinha disse...

Longe de ti são ermos os caminhos,
Longe de ti não há luar nem rosas.Há um poema da Florbela Espanca que começa assim.Chama-se Fumo.Eu não gosto da Florbela.Mas gosto das tuas fotos com fumo.
:)

Carmem Salazar disse...

deux élégance

Marina disse...

voltei para rever estas belissimas imagens a preto e branco...

anatema disse...

el humo ciega tus ojos.

también.

Anónimo disse...

perversión

alice disse...

adorei, adorei, adorei :) vou levar uma comigo... beijinhos, c*

Arabica disse...

Não há esfuminho nem borracha
que suavize
a aresta
do vidro
do tempo
do negro


que desenhe
um novo percurso
.do fumo.


Beijos

Maria Quintans disse...

o sofá...e uma manta para aquecer as ideias.

beijos

rosa disse...

o pai natal é uma invenção capitalista, mas eu gosto de bolo rei.

mdsol disse...

Acho que é mais do que tempo de assumir. Eu não me entendo quanto ao funcionamento disto porque... é areia demais para a minha camioneta... Só pode.

:)))))

anatema disse...

creo que está muy bien

iluminar un poco

la vida.

aunque sea en penumbra.

como siempre.

Arabica disse...

Hoje telefonei para um amigo
porque lhe sinto a ausência
e ele disse-me
que não há espaço
para ele
nós
os que queremos
estrelas vermelhas
e cantar o grito
de uma sociedade
a cair
a pique
no abismo
do vazio.
eu disse-lhe
que era isso que lhe desejava
para este natal:
uma estrela vermelha
inconfundivel
no cinzento dos dias.

Para ti desejo o mesmo.

E não sei porquê.

Beijos, bom Natal com os teus-tantos.

~pi disse...

fumo de luz

vidro

par t ido,

[ assim,

dia s que resta m

no que resta dos

dias,





~

audrey disse...

beijo .............
... que a tua noite de Natal tenha sido serena e bela..

Anónimo disse...

É assim que me revisito nas quadras de mil cores dos teus duo branco/negro.

E acho-me bela.

E acho-me única.

Ainda que esquecida.

alice disse...

querido césar, a apenas 4 horas do fim de mais um ano e do príncipio de outro inteirinho completamente novo para ser usado e gozado com muita paz e saúde, venho com o meu coração aberto deixar-te um abraço especial e um beijinho para a tua querida isabel, desejando-vos um excelente 2010, na companhia da vossa princesa. beijinhos*

mdsol disse...

Ano bom!
:)

um Ar de disse...

O 2010 começa com um ar ameaçador, por aqui...
.
E não será para afastar os gatos da vizinhança (?)...
:)
[Beijo, de Bom Ano...@]

Arabica disse...

A preto e branco.

A frio.

Que seja um ano bem vivido.

belinha disse...

Vim espreitar mas não há nada de novo.
:)

leb disse...

é mesmo...

não há nada de novo.

:(

um Ar de disse...

Retiraste os vidros e o muro...
Sempre há algo de novo!
:)
.
[Beijo...@]

leb disse...

a eterna paixão pelos gatos da vizinhança...
ou o desejo de recuperar o espírito natalício???

história e arte disse...

que bom!!!!

novas e evocadoras imagens...

gostei da santinha e da oração :)

fica em paz :)

beijs

Carmem Salazar disse...

um homem
uma mulher
um hotel






a noite se alonga

ivone disse...

sobe
desce
corre
descorre
anda
desanda
tresanda
foge
que sobra
liamba
fuma_se
esfuma
_te!
me

um Ar de disse...

...
Fora de casa!
:)
[Beijo...@]

mie disse...

P A R A B É N S

:))))))

Beijo

Anónimo disse...

neblinas
de
f
u
m
o
janelas do dia a nascer
caladas

a que sabe um beijo de tabaco na cal quieta das aparições ilusórias?

leb disse...

nada de novo...

:o(

;o(

nem uma máscara de carnaval !!!

c'est la faut au copie!
non, non,
c'est la aut au fb!

Carmem Salazar disse...

L'Origine du Monde

história e arte disse...

Boas!!!

q lindas as novas imagens, tão cinematograficas

beijs

Mónica disse...

(n há uma tecla para "fãs" no perfil FB?)

Ruela disse...

Bela sequência!

Jorge disse...

Por vezes há uma espécie de lixo que nos organiza o olhar. Deambulamos tacteando o fumo impreciso de encontrar regras que nos orientem -- na verdade, desesperamos -- acreditamos que os nossos passos seguem um caminho, um destino, mas o tempo tropeça nos nossos dedos como setas ou direcções fantasmáticas, quase diria, como ordens de despejo, ou, mais prosaicamente, como encontros dissimulados nos desencontros dos descaminhos dos outros. Caminhamos no nosso estreito rasto, no sulco húmido e escorregadio que o olhar alcança. Apenas deixamos ver um pouco do que olhamos como se reservassemos para os mistérios o poder dos segredos. Afinal, que caminhos são esses que os outros rasgam. Para onde vamos se ignoramos de onde viemos. Para que servem os dedos se esquecemos as mãos suadas nos bolsos. Quem soletra a demência do inatingível. Para que ordem organizamos o caos.
Perante o estender negro das imagens, destas imagens, perante o acídulo impreciso dos cinzentos e dos brancos, constróiem-se aqui enigmas que se abotoam ao nosso olhar, que nos serram os dentes, que nos fazem transpirar. Quase diria, amedrontar. Ou seja, que medo é esse que se impõe perante o nosso desprevenido olhar. Que sapatos calçamos quando estamos tão sózinhos compondo à janela dos dias as paisagens interiores. Que neblinas dependuramos no horizonte longínquo perante a serenidade da morte. Dessa morte quotidiana que nos alcança madrugadas dentro quando o silêncio das casas é ainda mais silêncio. Quando o brilho das nocturnas luzes incandesce nos nossos lábios as mais ásperas palavras. Os mais doces vocábulos com que desenhamos os vícios e as formas. Os dias e os crimes solenes de com palavras esboçarmos as imagens que se avermelharam com o sangue líquido que ferve debaixo da nossa pele.
Ver como ofício. Espreitar um pouco dessa luz que desenha a nossa ignorância ou rasura um pouco mais a nossa respiração.

Anónimo disse...

a minha escolha - gramática digital -

e.. se de cada vez que folheias imprimires um dedo na página certa, torna-se a mão marca de água e o livro luva cheia..


fio de terra
/:)

Gasolina disse...

Imagens demasiado reais. Dedicatóras?



Só falta legendá-las... a branco e preto, sem mais cores.

casa de passe disse...

Sentir ao vir aqui algo que não sei explicar, nestas imagens, algumas tão belas.


Aurélia

pilantra disse...

Com esta multidão de comentadores lembrei-me da Judite de Carvalho, do título: «Tanta gente, Mariana».

Abração!

dream disse...

obg

apontando a terra dos sonhos...

*

Concha disse...

tan opaco

tan misterioso

mdsol disse...

:)))

leb disse...

uufffff...
tou tão zonza...

e agora???

subo ou desço?

!!!!! ajuda-me !!!!!

história e arte disse...

... muitos ângulos e poucas pêras... :) os teus labirintos estão em permanente confronto
gosto de vir cá espreitar

beijs

Mónica disse...

já desci as escadas vezes sem conta e bisbilhotei as intimidades do hotel, já contavas outra história, não?

Mónica disse...

olhei agora com mais atenção e a 1ª imagem é de um filme de uma exposição em serralves eheheh cantares estranhos rudes e bonitos, andas a tirar fotografias onde é proibido?? ahhh daí todo este espreitar de hotel :DDDD

aqui é só surpresas!

Mónica disse...

um dia qdo for grande tb hei-de ter um tlm q tire fotografias

film-m k disse...

passei por um comentário teu em que te admiravas pelo blog ainda funcionar....
larga mas é o facebook e volta prá'qui!

;)

Isabel disse...

roubei algumas imagens...




beijo.te.


(imf)

casa de passe disse...

No mistério destas sombras e claridades sinto-me bem.

Nini

leb disse...

"The Scratch Orchestra reflected Cardew's musical philosophy at that time. This meant that anyone could join, graphic scores were used (rather than traditional sheet music), and there was an emphasis on improvisation."

The show must goes on...
and it really is.

rosa disse...

gosto tanto.

leb disse...

??? THE END ???

!!!Não pode ser!!!

Há mais concertos de Cornelius Cardew anunciados para a Culturgest!!!

:))))))))))))))))))))

>>>>>>> * <<<<<<<

observatory disse...

ja tenho os bilhetes my love

>>>>>>>>>>*<<<<<<<<<<

mdsol disse...

Pourquoi?

:)))

casa de passe disse...

Isto morreu...


Nini

Carmem Salazar disse...

muito chique esse final...

bjº

leb disse...

.............."amor é quando dois corpos se entendem"..................

....episódios frequentes ao longo de dezenas anos...



>*<

PS: para quando o próximo post?

Cíntia Pontes disse...

muito obrigado pela visita e pelo comentário no meu blog :)

belas imagens, gostei.

continue o bom trabalho.

cumprimentos*

belinha disse...

Aqui a malta deseja saber se este blogue aind abre nesta década!;)

Alexandra disse...

Olá César, desapareceu do FB e as minhas horas de almoço ficaram silenciosas.
Espero que esteja tudo bem consigo.,,

Um abraço,

Alexandra